Quem Somos

fotofrontalA cerca de três anos um coletivo de artistas, composto em sua maioria por artistas de teatro, mas também por artistas de dança, artes plásticas, artes visuais, música, performance e circo; pequenos e médios produtores, associados e não associados à Cooperativa Paulista de Teatro, vem se reunindo para discutir a pauta de ocupação de espaços públicos por coletivos artísticos.

Durante esse tempo, o Movimento de Ocupação de Espaços Ociosos busca aproximação com gestores públicos municipais e estaduais com objetivo de estabelecer um diálogo que possa se desdobrar em ações concretas de ocupações de espaços públicos ociosos na cidade em beneficio da produção artística e cultural da cidade e de seus cidadãos.

A atual gestão da Prefeitura de São Paulo, representada pelo Sr. Secretário de Cultura Juca Ferreira, tem demonstrado abertura para diálogos e propostas quanto a parcerias para ocupação dos espaços públicos abandonados, pertencentes ao poder público. Constituímos dentro da própria Secretaria de Cultura um Grupo de Trabalho para apontar possíveis ações, mediadas pelo poder público e, dentre elas, destacamos a criação de ateliês artísticos compartilhados.

Ateliês Compartilhados são espaços públicos ociosos, cedidos por meio de contrato de comodato para coletivos artísticos que venham a elaborar e realizar ações de compartilhamentos estéticos, estendendo-as inclusive à população da cidade.

Esses novos espaços serão geridos por coletivos de artistas por meio de projetos que vislumbram uma programação continuada e em consonância com a realidade local, tendo como foco a abertura de canais de diálogo com a população do seu entorno. Com isso, pretendemos implantar uma política cultural de longo prazo que recoloca o cidadão no centro das preocupações do Estado, por meio de apoio do poder público.

Uma das possibilidades de programação continuada nos Ateliês Compartilhados pode se estabelecer por meio da própria produção dos grupos artísticos envolvidos. No entanto, vislumbramos também possibilidades de parcerias com o poder público, como, por exemplo, estabelecer relação direta com o plano de metas da Prefeitura de São Paulo, que pretende instalar 300 pontos de cultura na cidade até o término de sua gestão. Tal proposta dialoga diretamente com os objetivos do MOEPA, pois os grupos e coletivos teatrais vislumbram a implantação de circuitos alternativos de produção e difusão artística que venham favorecer o acesso  da população à cultura.

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